* Enviado por Dayrlla Freitas
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Por que será que gostamos tanto de ver brigas e barracos na televisão? Digo “gostamos” porque me incluo também. Mas não gosto de brigas reais e sim dos bons e velhos barracos das novelas e séries de ficção. O ser humano já tem atração pelo mórbido como característica nata, e a grande sacada dos veículos de TV é justamente explorar da melhor (pior) forma possível esse traço humano: fazendo o povo sair na “porrada”.
Um dos programas atuais que se passa por jornalístico e real é o vespertino Casos de Família, do SBT. A falante Cristina Rocha, ex-apresentadora de um, digamos, discutível telejornal, o “Aqui Agora”, finge preocupar-se quando seus convidados partem pra briga. Ela até pede pra que eles se comportem, mas, assim como seu cabelo, não sai um centímetro do lugar. Talvez por estar de olho no aparelhinho do IBOPE.
Quando o assunto é teledramaturgia, os maiores picos de audiência conseguidos pelas novelas são justamente naqueles capítulos em que a mocinha enche o saco de ser tão pamonha e vai acertar as contas com sua rival. Todo mundo se concentra, fazendo de conta que está dando os tabefes e sopapos com as próprias mãos. E depois nos sentimos de alma lavada!
Até mesmo nos programas infantis, a porrada está presente e prende a atenção do público de todas as faixas etárias. Um bom exemplo disso é o humorístico Chaves. Se repararmos bem, o seriado não tem elementos que justifiquem sua permanência no ar por mais de duas décadas, mas é claro que todos adoram os tapas levados pelo seu madruga, ou mesmo os cascudos que o mesmo aplica no Chaves. É claro, há uma magia no seriado que não se justifica, talvez oriunda de sua simplicidade.
Bem, nada melhor que terminar esse post com uma ceninha de porrada. Então, fiquemos com a segunda hipótese: Não, bata!!
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Pra quem pegou o bonde andando e vê os Smurfs como uma grande novidade no mundo do cinema, aqui vai um pequeno episódio do desenho animado que passava aqui no Brasil, no início da década de 90. Eu adorava assisitir a essas criaturinhas azuis, que moravam em charmosos cogumelos no meio da floresta. Esse é um episódio bem típico: tem o smurf Gênio enchendo o saco dos demais, o ataque do gigante Falador, e ainda Smurfet, única figura feminina do grupo. Vale conferir!
Muita gente sonha ou alguma vez já sonhou em ser seu próprio patrão. Antes de ser pessimista e pensar que se trata de um sonho impossível, saiba que as coisas estão bem mais fáceis para que micro e pequenos empreendedores possam montar seu negócio de forma legalizada.
Minha amiga e ex-colega de trabalho, Marivânia Dias, acaba de realizar esse feito. Com uma boa ideia na cabeça e muita força de vontade, ela correu atrás, buscou ajuda nos lugares certos e, em menos de um mês de atividades, já conta com alguns clientes. Acompanhe nesse rápido bate-papo, como se deve, na prática, correr atrás desse sonho.
J.O.L. – Quais dificuldades você enfrentou pra abrir sua micro empresa?
M. D. – A falta de apoio das pessoas que você ama, caso aconteça, deve ser superada. Os familiares não acreditarem em suas capacidade e potencial é um dos pontos que dificulta você a tomar decisões. A falta de capital também é um complicador nessa abertura, pois é preciso registrar tudo e formalizar, para que no futuro não venha a ser vítima de sua própria ideia. Também é difícil transformar a idéia em projeto, pois sem ele a empresa não surge e a ideia é apenas uma ideia. Com relação ao capital, é preciso saber administrar o pouco que se tem, para se garantir retorno no futuro. Quem acredita deve investir mesmo em meio a dificuldades financeiras.
J.O.L. – Buscar ajuda profissional é importante?
M. D. - Sim, dependemos do outro sempre, e o profissional nos indica caminhos e meios para se chegar ao objetivo. Precisei ir ao Sebrae e agendar uma consultoria para saber como deveria ser o processo de abertura. Também fui ao encontro de profissionais da área para avaliar meu projeto e dar seu parecer, pois neste momento é de fundamental importância ouvir um profissional, pois mesmo que saibamos que temos potencial e capacidade, não temos a visão suficiente de um profissional com mais tempo no mercado. Busquei apoio numa incubadora de empresas de surubim / PE, que dá apoio os novos empreendedores no mercado, para minimizar as despesas com a infra-estrutura da empresa, pois eles dão toda assessoria possível, até infraestrutura, por um valor irrisório, valor este para manutenção da associação. Se eu tivesse que montá-la sozinha, com um pequeno escritório, seria no mínimo 5.000 reais.
J.O.L. – O que faz sua empresa?
M. D. - Marketing Promocional, através de feiras, eventos e criação de projetos e intervenções. Iremos oferecer serviços a pessoas físicas e jurídicas. Já estamos com projetos pra faculdade, pra emissora de rádio e confraternizações em empresas privadas. Queremos atingir também as pessoas físicas com homenagens e comemorações de datas significativas, desde um disque mensagem até um congresso. Fazemos o projeto personalizado a cada pessoa, como também organizamos projetos já existentes e festas.
J.O.L. – Que conselhos daria a quem também está pensando em montar um negócio?
M. D. - Que investir é acreditar no sucesso, e acredite em seu potencial. Que faça suas ideias se transformarem em documento, em projeto, pois o empreendedor arrisca, tem visão, acredita, é ousado. Não desanime se um ou outro não acredita em você, nem em seus projetos, mas você acredita em si mesmo. Busque profissionais da área, e não esqueça a parte jurídica, para não se prejudicar no futuro com sua ideia convertida em projeto, por pessoas e leis que podem nos tornar vítimas, devido ao fato de não ter nada legalizado. O Sebrae é um dos meios para se buscar ajuda e conselhos.
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Uma das bandas de maior destaque da Zona da Mata de Pernambuco está em estúdio, na produção do seu segundo CD. Os Ticuqueiros vêm, há 10 anos, fazendo uma bem sucedida mistura de ritmos regionais com outras tendências musicais, inclusive o rock and roll.
“A banda se apropria do rock e de diversos materiais musicais urbanos e cosmopolitas para compor um som único, que dialoga não só com as misturas já praticadas por todos que, como eu, participaram do que se convencionou chamar de movimento mangue. Ela também reflete a realidade plural e multifacetada da música urbana feita em todos os lugares do mundo, atualmente.”, declarou Siba, cantor da Fuloresta Encantada.
O J. O. L. já agendou uma entrevista oficial com os meninos, que contarão os detalhes desse novo trabalho, ainda em fase de execução. Enquanto isso, quem não tem ou ainda não conhece o primeiro CD da banda, pode baixá-lo no link abaixo. Confesso que vale a pena conferir, pois o som deles é muito bom!
Baixe aqui o CD dos Ticuqueiros
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